“Você percebe que está estacionado ilegalmente, senhor? disse o oficial com firmeza. “Você poderia me mostrar sua carteira de motorista, por favor?”

O motorista abriu a boca para dizer algo, mas não saiu nenhum som. Ele pareceu chocado.

“Vamos, senhor”, disse o oficial. “Não me segure.”

As coisas aconteceram rapidamente depois disso. O motorista avançou, ligou o motor e engatou o carro. Então, com um rugido, ele se afastou. George recuou surpreso, Detetive Particular em Curitiba enquanto o policial procurava o rádio.

Foi então que viram o corpo embaixo do carro, deitado com os braços esticados, uma mancha feia de vermelho e preto na frente da camisa. Era o tipo de corpo que os autores de crimes gostam de descrever em detalhes gráficos. Olhos abertos, mas cegos. Dedos cerrados. Cabelos despenteados. Pés em um ângulo estranho. E assim por diante.

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O

fim

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